Estado vai unificar números dos serviços de emergência
Serviços de bombeiros, polícia, trânsito e saúde deverão ser acionados a partir do mesmo número
Publicado em 15 de maio de 2018
O governo do Estado pretende unificar todos os nmeros de emergncia para uma nica central. Servios de bombeiros, polcia, trnsito e sade devero ser acionados a partir do mesmo nmero. De acordo com a demanda, ser solicitado o deslocamento do rgo responsvel.
A ao faz parte dos eixos estratgicos do Sistema de Segurana Integrada com Municpios (SIM RS), da Secretaria da Segurana Pblica (SSP). Em um primeiro momento, os nmeros de emergncia conhecidos pela populao sero mantidos, porm, todos sero recebidos em uma mesma central. Aps o perodo de centralizao dos servios, ter incio a divulgao do nmero nico.
Para o coordenador do SIM RS, tenente-coronel Alexandre Aragon, alm de evitar uma possvel confuso por parte do cidado, a central tambm vai permitir a melhor distribuio de equipes, agilizando o atendimento ocorrncia. A populao acaba ligando para vrios nmeros, o que resulta no deslocamento de diversas equipes para o mesmo lugar, sem necessidade. O contrrio tambm acontece, quando preciso que Samu, Brigada Militar e Polcia Civil estejam no local da ocorrncia, por exemplo, mas o cidado no sabe para qual nmero ligar, exemplificou.
A iniciativa est em fase de elaborao do protocolo de atuao, mecanismo que vai organizar o funcionamento do novo sistema. De acordo com a SSP, a expectativa implantar o mecanismo em trs regies do estado at o final de 2018. As regies das Hortnsias, Serra e Grande Porto Alegre devero ser pioneiras, por estarem em uma fase avanada do processo, explicou Aragon.
Para o secretrio da Segurana Pblica, Cezar Schirmer, o principal desafio foi vencido, aps superada a etapa de convencimento das corporaes da necessidade de otimizao do servio de atendimento de emergncia. O crime est cada vez mais organizado, anda sob rodas e no respeita limites de fronteiras. As instituies precisam se conscientizar de que estamos em um sistema de segurana que funciona de forma integrada e, sendo assim, precisa facilitar a vida do cidado, afirmou.
Fase de testes
A ideia de adotar essa metodologia no Brasil surgiu em 2010, tendo como base a experincia norte-americana. O sistema foi implantado a partir dos atentados ocorridos em 11 de setembro de 2001. poca, os rgos no se falavam e cada fora policial tinha um pedao da informao. Isso foi prejudicial no s para a ao aps o ocorrido, mas tambm para uma possvel preveno do crime, enfatizou Aragon.
Em 2014, durante a Copa do Mundo, foram montados 12 centros de operaes no Brasil, nas cidades-sede dos jogos. O mesmo procedimento foi replicado nos Jogos Olmpicos do Rio de Janeiro, em 2016. Durante esses eventos, o estrangeiro que visitava o pas ligava para o nmero que estava acostumado na sua regio e a chamada era direcionada para a central brasileira. A iniciativa foi muito positiva. Sendo assim, se facilitamos a vida dos estrangeiros, por que no facilitar tambm a vida dos brasileiros?, questionou Aragon.
A ao faz parte dos eixos estratgicos do Sistema de Segurana Integrada com Municpios (SIM RS), da Secretaria da Segurana Pblica (SSP). Em um primeiro momento, os nmeros de emergncia conhecidos pela populao sero mantidos, porm, todos sero recebidos em uma mesma central. Aps o perodo de centralizao dos servios, ter incio a divulgao do nmero nico.
Para o coordenador do SIM RS, tenente-coronel Alexandre Aragon, alm de evitar uma possvel confuso por parte do cidado, a central tambm vai permitir a melhor distribuio de equipes, agilizando o atendimento ocorrncia. A populao acaba ligando para vrios nmeros, o que resulta no deslocamento de diversas equipes para o mesmo lugar, sem necessidade. O contrrio tambm acontece, quando preciso que Samu, Brigada Militar e Polcia Civil estejam no local da ocorrncia, por exemplo, mas o cidado no sabe para qual nmero ligar, exemplificou.
A iniciativa est em fase de elaborao do protocolo de atuao, mecanismo que vai organizar o funcionamento do novo sistema. De acordo com a SSP, a expectativa implantar o mecanismo em trs regies do estado at o final de 2018. As regies das Hortnsias, Serra e Grande Porto Alegre devero ser pioneiras, por estarem em uma fase avanada do processo, explicou Aragon.
Para o secretrio da Segurana Pblica, Cezar Schirmer, o principal desafio foi vencido, aps superada a etapa de convencimento das corporaes da necessidade de otimizao do servio de atendimento de emergncia. O crime est cada vez mais organizado, anda sob rodas e no respeita limites de fronteiras. As instituies precisam se conscientizar de que estamos em um sistema de segurana que funciona de forma integrada e, sendo assim, precisa facilitar a vida do cidado, afirmou.
Fase de testes
A ideia de adotar essa metodologia no Brasil surgiu em 2010, tendo como base a experincia norte-americana. O sistema foi implantado a partir dos atentados ocorridos em 11 de setembro de 2001. poca, os rgos no se falavam e cada fora policial tinha um pedao da informao. Isso foi prejudicial no s para a ao aps o ocorrido, mas tambm para uma possvel preveno do crime, enfatizou Aragon.
Em 2014, durante a Copa do Mundo, foram montados 12 centros de operaes no Brasil, nas cidades-sede dos jogos. O mesmo procedimento foi replicado nos Jogos Olmpicos do Rio de Janeiro, em 2016. Durante esses eventos, o estrangeiro que visitava o pas ligava para o nmero que estava acostumado na sua regio e a chamada era direcionada para a central brasileira. A iniciativa foi muito positiva. Sendo assim, se facilitamos a vida dos estrangeiros, por que no facilitar tambm a vida dos brasileiros?, questionou Aragon.
Fonte: Bruna Casali / JornalismoBarrilFM com informações ASCOM
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