O teste do pezinho realizado pelo Sistema Único de Saúde (SUS) no Rio Grande do Sul foi ampliado e passará a identificar duas novas doenças raras em recém-nascidos. O anúncio foi feito na manhã de segunda-feira, 25, na Casa dos Raros, em Porto Alegre, em parceria com o Governo do Estado.
Com a ampliação, o número de doenças rastreadas na triagem neonatal passa de sete para nove. As novas condições incluídas são a Atrofia Muscular Espinhal (AME) e a Imunodeficiência Combinada Grave (SCID).
A medida segue uma lei federal que prevê a ampliação gradual do teste do pezinho no país. O exame, realizado entre o terceiro e o quinto dia de vida do bebê, é considerado essencial para o diagnóstico precoce e o início rápido do tratamento, aumentando as chances de qualidade de vida.
A iniciativa prevê investimento superior a R$ 36 milhões ao longo de 48 meses, com a realização estimada de cerca de 8 mil testes por mês em recém-nascidos de todo o estado.