Após três anos, Brasil registra em 2018 o primeiro saldo positivo de empregos formais
Segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), 529,5 mil postos de trabalho foram criados no ano passado\r\n
Publicado em 23 de janeiro de 2019
O mercado de trabalho brasileiro criou 529,5 mil empregos com carteira assinada em 2018, de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados nesta quarta-feira (23) pelo Ministério da Economia. O primeiro resultado positivo anual depois de três anos de retração no emprego também é o melhor desempenho desde 2013, quando foram gerados 1,138 milhão empregos na série com ajustes.
Em 2015, foram fechadas 1,5 milhão de vagas formais. Em 2016, a perda de empregos com carteira assinada foi de 1,3 milhão. Em 2017, houve retração de 11,9 mil postos de trabalho.
Dezembro
Em dezembro de 2018, porém, houve o fechamento líquido de 334,6 mil vagas com carteira assinada, como é comum para o último mês do ano. O desempenho interrompeu uma sequência de 11 meses seguidos de criação de empregos formais, de acordo com a série histórica com ajuste sazonal.O saldo de dezembro decorre de 961.145 admissões e 1,295 milhão de demissões. Em dezembro de 2017, o fechamento de vagas havia chegado a 328.539, na série sem ajustes.O resultado de dezembro ficou dentro do intervalo das projeções dos analistas, que esperavam fechamento de 373.900 a 29.127 vagas, com mediana negativa em 326.700 postos de trabalho.
Setores
O resultado anual foi puxado pelo setor de serviços, que gerou 398.603 postos formais em 2018, e pelo comércio, que abriu 102.007 novas vagas com carteira assinada. Em seguida, a construção civil abriu 17.957 vagas.
Também tiveram saldo positivo no ano serviços industriais de utilidade pública (7.849 postos), agropecuária (3.245 postos), indústria de transformação (2.610 postos) e extrativa mineral (1.473 posto). Já a administração pública fechou 4.190 vagas no ano passado.
Por outro lado, apenas o comércio teve desempenho positivo em dezembro, com a abertura de 19.643 vagas. O resultado negativo no mês foi influenciado pelo saldo da indústria de transformação, que fechou 118.053 postos no mês, seguido pelos serviços, que fecharam 117.411 vagas. Na construção civil, a perda foi de 51.576 postos e, na agropecuária, a retração foi de 47.629 vagas.
Tiveram saldo negativo em dezembro a administração pública (-16.999 postos), serviços industriais de utilidade pública, (-1.406 postos) e extrativa mineral (-1.031 postos).
Em 2015, foram fechadas 1,5 milhão de vagas formais. Em 2016, a perda de empregos com carteira assinada foi de 1,3 milhão. Em 2017, houve retração de 11,9 mil postos de trabalho.
Dezembro
Em dezembro de 2018, porém, houve o fechamento líquido de 334,6 mil vagas com carteira assinada, como é comum para o último mês do ano. O desempenho interrompeu uma sequência de 11 meses seguidos de criação de empregos formais, de acordo com a série histórica com ajuste sazonal.O saldo de dezembro decorre de 961.145 admissões e 1,295 milhão de demissões. Em dezembro de 2017, o fechamento de vagas havia chegado a 328.539, na série sem ajustes.O resultado de dezembro ficou dentro do intervalo das projeções dos analistas, que esperavam fechamento de 373.900 a 29.127 vagas, com mediana negativa em 326.700 postos de trabalho.
Setores
O resultado anual foi puxado pelo setor de serviços, que gerou 398.603 postos formais em 2018, e pelo comércio, que abriu 102.007 novas vagas com carteira assinada. Em seguida, a construção civil abriu 17.957 vagas.
Também tiveram saldo positivo no ano serviços industriais de utilidade pública (7.849 postos), agropecuária (3.245 postos), indústria de transformação (2.610 postos) e extrativa mineral (1.473 posto). Já a administração pública fechou 4.190 vagas no ano passado.
Por outro lado, apenas o comércio teve desempenho positivo em dezembro, com a abertura de 19.643 vagas. O resultado negativo no mês foi influenciado pelo saldo da indústria de transformação, que fechou 118.053 postos no mês, seguido pelos serviços, que fecharam 117.411 vagas. Na construção civil, a perda foi de 51.576 postos e, na agropecuária, a retração foi de 47.629 vagas.
Tiveram saldo negativo em dezembro a administração pública (-16.999 postos), serviços industriais de utilidade pública, (-1.406 postos) e extrativa mineral (-1.031 postos).
Fonte: Zero Hora
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